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quarta-feira, 27 de junho de 2012

A Rio +20 e A Pedra da Geórgia

A mídia nos trouxe  notícias do evento que aconteceu nesse mês de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro, conhecido por Rio +20.
Em explicações primárias foi um evento que tem como intuito encontar por meio de ações políticas globais, formas de proteger e salvar o planeta Terra dos humanos, seus habitantes mais predadores. Já houve evento semelhante, nesta mesma cidade, em 1992. Outros em outras cidades ao redor do mundo, com o mesmo objetivo, e outros que virão.
Tudo indica que desta vez, como das vezes passadas, houve uma decepção por parte dos ambientalista e dos ecochatosburros. A questão é que os governos, pensando sempre no crescimento econômico de seus países, não aceitam e nem assinam qualquer documento que freie suas economias. Mas vamos pensar um pouquinho: mesmo sendo assim, porque que há, massivamente, bombardeio para as populações da necessidade de proteger o planeta, não gastar água em demasia, evitar usar as sacolinhas de supermercados, alerta sobre o aquecimento global, da emissão de gases na atmosfera que vão acabar com a camada de ozônio, do derretimento das geleiras, do desmatamento e que as pessoas consumam o menos possível? Há uma insistência em promover no pensar coletivo mundial que o destruidor do planeta é o ser humano com suas atividades de consumo.
Até Hollywood traz seus filmes e seus astros com o mesmo cunho: James Cameron, aquele do Avatar, vem vez ou outra participar de reuniões ambientais na selva amazônica. Arnold Schwarzenegger, o Exterminador do Futuro, também. Vêm até aqui de avião. Pergunta: quanto CO2 o avião que traz o cineasta e o ator e político dos Estados Unidos ao Brasil, lança na atmosfera? Perguntinha insana: as duas celebridades internacionais, quando em Manaus, dormem em redes, ao ar livre, para sentir uma picadinha de mosquito ou em um luxuoso cinco estrelas da cidade que no menu serve filé de Pirarucu?
Artistas daqui e de fora dizem que o planeta é demasiadamente importante para ser destruído pela raça humana (são eles ecochatosburros ou só idiotas úteis?), além de muitas outras coisas sem sentido. Pergunta: esses mesmos pseudointelectuais e entendidos da causa ambiental desligam o ar-condicionado de seus carros em dia de calor? Para chegarem até seus apartamentos pegam a escada ou o elevador, que consome energia elétrica, que por sua vez vem de usinas hidroelétricas, ou termoelétrica, ou nuclear? Quão sustentáveis (para usar uma palavrinha que está em moda) são suas casas?
A questão aqui é que os ecochatos talvez sejam burros demais para entender que estão sendo usados como idiotas úteis na questão ambiental. Muitos cientistas ambientalistas são cínicos, nem se lixam para o planeta e pensam apenas no conforto de seus carros SUV e em suas poupudas contas bancárias, porque conhecem o que outros desconhecem. Está aí a resposta porque alguns governos não assinam documento nenhum, pois também conhecem a verdade, mas agem em áreas como a mídia, por exemplo, numa perpetuação de medo e insegurança que promovem entre as pessoas um desconforto psicológico.
Os países ricos buscam se manter na vanguarda do crescimento econômico e os pobres, se equilibram na venda de matérias-primas para os ricos que impedem a qualquer custo o desenvolvimento destes. Mas para dar uma de bonzinhos, compram os créditos de carbono dos pobres: eu produzo e poluo aqui, você não produz e nem desmata aí e eu te pago por isso.
Os professores doutores Luis Carlos Molion e Ricardo Augusto Felício, que são cientistas sérios, têm exaustivamente tentado explicar (quando a mídia lhes concede espaço, como é o caso agora da BAND) que tudo o que esses ambientalista cínicos explicam, ou não tem base científica, ou estão no mínimo, totalmente equivocados. Acontece que muitos desses cientistas trabalham para organizações e governos que cumprem uma agenda globalista de engenharia social. É dizer, uma reorganização do espaço terrestre por humanos que mereçam viver.
O programa Fantástico vem apresentando uma série dizendo que o planeta está lotado, portanto não cabe mais ninguém, e que algo tem que ser feito. Só não diz o que os globalista pensam: É chegada a hora de despoluir o planeta de certos seres humanos que são insetos sociais ou cânceres ambientais.
A intenção desses encontros ambientais, como a Rio +20 e outros que virão, em análise primária é garantir um planeta saudável para as futuras gerações. Mas a questão é que não haverá futuras gerações, pelo menos não para pobres e analfabetos. A pedra da Geórgia, localizada no estado da Geórgia, nos Estados Unidos (terra de James Cameron e de Arnold Schwarzenegger e que talvez alguns ecochatos conheçam) traz os dez mandamentos que é a meta primordial para os globalistas de manter o planeta saudável e sustentável: manter a população mundial abaixo de 500 milhões de habitantes e em perpétuo equilíbrio com a natureza, controlar a reprodução sabiamente – aperfeiçoando as condições físicas e diversidades, unir a humanidade em um novo idioma vigente, controlar a paixão , a fé e a tradição, não ser um câncer para o planeta e deixar espaço para a natureza, etc, etc.
Você que me acompanhou até aqui entende agora o que está realmente acontecendo?
Nós, seres humanos, para o planeta Terra não temos importância nenhuma. Como diz o doutor Felício: quem manda aqui são o sol, os vulcões e os oceanos.
Os engenheiros sociais globalistas, porém, entendem que é chegada a hora de realmente abaixar a população mundial, daí a promoção das políticas da questão da descriminalização do aborto, da autorização da eutanásia, depois virá a autorização para matar bebês com síndrome de down, ou que nasceram com algum outro problema genético, da autorização do casamento gay (que não se reproduzem), da promoção da laicismo global, etc, etc, etc, etc. Entendeu?


Meu nome é Antonio Ribeiro


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Quero ser o presidente da República

"Todo menino é um rei, eu também já fui rei... Menino sonha com coisas que a gente cresce e não vê jamais..."




Começo a postagem de hoje com um trecho da música "Todo menino é um rei" que foi sucesso há alguns anos na voz de Roberto Ribeiro. Fala dos sonhos de meninos(as).
Quando eu era menino eu sonhava ser o presidente do país. Cresci, naveguei por cima do mar da ilusão e quem é o presidente não sou eu.
Mas, se eu fosse o presidente da República, que tipo de presidente eu seria? Bem, seguindo a filosofia do PAR (ver postagem abaixo onde trato desse assunto) eu seria um presidente muito sério. Tenho certeza que teria muitos inimigos, mas esse seria um preço pequeno a pagar. E o que é ser sério? É seguir a filosofia do PAR. Mas quero fazer uma ratificação, as únicas pessoas que seriam tratadas como reis seriam os bons. Para mim o presidente tem que estar acima de políticas. A única aliança possível seria com o povo. Somente e unicamente com o povo. além disso, eu faria mais ou menos igual ao que foi feito pelo dirigente de Singapura: extirpar o câncer antes que este crescesse
  1. Para deixar a hipocrisia de lado, apresentaria uma proposta de mudança ao Código Penal e introduziria a pena de morte no país. Para quem, comprovadamente e sem nenhuma sombra de dúvidas fosse culpado.
  2. Todos os políticos, ministros, magistrados, juízes, policiais corruptos seriam fuzilados.
  3. Todos os empresários ladrões, corruptores seriam executados.
  4. Todos os drogados teriam uma chance, uma única chance, para se livrarem da dependência das drogas. Quem rescindissem, seria fuzilado. Todo traficante seria fuzilado.
  5. Todos os pedófilos seriam fuzilados.
  6. Todo bandido que cometesse um crime como queimar pessoas vivas, como o jornalista Tim Lopes, por exemplo, ou arrastar crianças como o menino João Hélio, ou esquartejar pessoas e colocar em malas, morreria da mesma maneira. A morte seria igual ao assassinato cometido.
  7. Não haveria casamento homossexual, embora toda pessoa gay tivesse assegurada respeito a sua condição humana.
  8. Não haveria aborto. A mulher (e o homem que tivesse o conhecimento do fato) seria condenada a morte da mesma forma que ela tivesse matado o bebê; o homem, à prisão perpétua.
  9. Para quem não quisesse ter filhos, seria disponibilizado no SUS operações de vasectomia e laqueadura.
  10. Os governos federal, estadual e municipal investiriam pesadamente em educação. Quem não o fizesse, seria tirado do cargo por incompetência. No meu governo a educação viria em primeiro lugar.
O Brasil é uma grande nação, mas está doente. No meu governo, muitas outras ações eu tomaria. Eu curaria o meu país. Além disso, formaria um grupo de intelectuais para fundar as bases para uma nova base de intelectuais e que estes trabalhassem para as gerações vindouras. Karl Marx e Antônio Gramsci seriam extirpados dos cursos de pedagogia das universidades. O marxismo cultural seria extirpado das escolas e das universidades. Em primeiro lugar viriam a nação e o povo.
Um pouco antes de terminar o meu mandato, promoveria uma consulta com a sociedade explicando o que tem sido a República desde a sua promulgação: seus benefícios e seus malefícios. Conversaria com a família Bourbon e Bragança e, se fosse da vontade do povo, abriria o caminho para a volta da monarquia.
No meu governo faria valer o que está escrito na nossa bandeira: Ordem e Progresso.
Estou sonhando? Delirando? Talvez, mas é um deírio que quero ter. É um sonho que sonho com os olhos abertos.


Meu nome é Antonio Ribeiro

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Disparidades nacionais

Em épocas de eleições, sempre se ouve aqui e ali que agora tudo vai ser diferente e melhor.
Mas, pensando nas grandes questões nacionais, quais são as discrepâncias que verdadeiramente emperram o real e definitivo crescimento do país? Em uma rápida espiada podemos enumerar algumas, tais como:

1. Na educação ainda continuamos atrás de países com economias menores que a brasileira, devido ao fato que esta divisão de responsabilidades parece não funcionar. Legar a educação de base para os municípios e o ensino médio para os estados tem se mostrado uma decisão equivocada, pois as disparidades econômicas entre municípios e estados ricos e pobres são gritantes. Mas aqui também não é só uma questão de dinheiro, mas de gestão.

2. Ideologicamente, o pensar estrangeiro ainda molda o pensar nacional. Ainda se vê mais Halloween que o Saci Pererê; mais off que desconto; mais delivery que entrega. Onde está o hasteamento da Bandeira nas escolas? Quantos brasileiros sabem cantar o Hino Nacional? Hollywood é tão forte assim?

3. Politicamente então, o que dizer? A corrupção interna, as falhas no judiciário, prejudicam a imagem do país interna e externamente. Já passou da hora da sociedade brasileira ter outro olhar sobre o tema, outro entendimento. A qualidade dos serviços prestados aos brasileiros pelo Estado, deve ser motivo de orgulho e não de vergonha. Onde estão os estadistas desse país que possam servir de referencial aos mais jovens?

4. No campo militar, o Brasil com seus 8,5 milhões de km2 , conta com uma força de defesa média. Porém, com os recursos hídricos importantes como os aquíferos Guarani e Amazônico, recursos minerais e de um elemento essencial para a economia mundial, como o Nióbio, precisa urgentemente se repensar enquanto segurança militar e política de defesa.

5. As disparidades internas regionais Sul – Sudeste – Centro-Oeste – Nordeste – Norte emperram o entendimento e o crescimento do país como uma só nação, um só povo. O que, por exemplo, Santa Catarina sabe sobre o Acre? O que o Piauí sabe sobre Mato Grosso? O que o Amapá sabe de Minas Gerais?

6. As diferenças nos espaços urbanos que separa e segrega.

7. As diferenças de quantidade de melanina que faz com que uns sejam “superiores” que outros.

Muitas são as assimetrias nacionais. São reais e estão presentes no cotidiano dos brasileiros. Mas este país é a nossa casa. É aqui que moramos e vivemos nossas histórias. Se tem problemas, cabe a cada um de nós, em seu espaço de atuação, conhecer, discutir e tentar encontrar a solução que seja a mais próxima de uma solução justa quanto possível.


Meu nome é Antonio Ribeiro

sábado, 26 de maio de 2012

Sobre a ONU

Amigo leitor, você certamente já ouviu falar nas Organizações das Nações Unidas, a ONU, certo?
Mas você sabe onde fica, para que serve e a quem representa a ONU?
Bom, todos diriam: a ONU fica em Nova York, nos Estados Unidos e é a reunião e a voz dos países nela integrados. É naquele espaço que os povos do mundo estão representados, mas é também dessa instituição que sai as diferentes políticas para o mundo. A ONU também é a guardiã dos Direitos Universais do Homem, consagrados em Paris, em 1948.
Este documento que protege o homem enquanto espécie é antropocêntrico. Tem o homem como o centro, o coração do mundo e do tempo. Homem que é livre, racional, responsável, capaz de atos de solidariedade e de amor. Esse documento diz que todo homem nasce livre e deve permanecer livre.
Mas essa mesma ONU que diz que o homem é livre e que deve ser protegido de tiranos assassinos, também compreende que este mesmo homem é uma parcela efêmera nos cosmos. Que esse mesmo homem não está destinado a um além. Que esse homem é um produto de uma evolução; que é feito para morrer. Que esse homem não é mais uma pessoa, mas um indivíduo mais ou menos útil e em busca de prazer. Que o homem não é capaz de reconhecer a verdade e, por isso, concede suas condutas. Que esse homem vive, negocia, decide e se orienta na vida de acordo com uma aritmética de interesses e de prazeres. Que o homem, nada mais é que um triunfo de consenso sempre negociável  e, portanto, perpetuamente em adiamento.
Sendo assim, os valores do homem são as expressões dos mais fortes. Mas esses valores em si, não passam de reflexos de preferências, das frequências das escolhas. Então, são apresentados os novos "direitos do homem" com uma cara mais holística: tudo está em tudo. O homem agora tem de aceitar uma realidade que o transcende. Deve aceitar uma política tecnocrática supranacional provinda da ONU, que dita aos Estados-membro o que estes devem fazer; e aos indivíduos como devem pensar.
Nesse contexto alucinante, cada tema se apresenta como o novo modelo de realidade para a população, como por exemplo:
  1. Quando se falar em pobreza, se relacionará com o excesso de gente no planeta.
  2. Disso, à necessidade de proteger a Terra com políticas de e para o meio ambiente.
  3. Disso, ao desenvolvimento sustentável.
  4. Disso, à segurança alimentar.
  5. Disso, à saúde pública com campanhas de vacinações e tratamentos de toda ordem.
  6. Disso, à nova forma de eugenismo.
  7. Disso, às novas realidades sociais como o feminismo radical.
  8. Disso, ao novo "gênero".
  9. Disso, à nova composição e entendimento do que seja família. 
  10. Disso, à saúde reprodutiva.
  11. Disso, ao aborto.
  12. Disso, aos cuidados da saúde primária.
  13. Disso, à educação sexual.
  14. Disso, aos novos direitos humanos.
  15. Disso, ao reconhecimento em lei da homossexualidade e a proteção desta.
  16. Disso, ao desarme das mentes tradicionais.
  17. Disso, às denúncias das novas formas de intolerâncias.
  18. Disso, às novas leis.
  19. Disso, ao reforço do papel da ONU em nível local por meio de agências como ONGs que atuarão, em acordâncias com os Estados Nacionais, nos temas citados acima.
Isso no meio acadêmico é conhecido como engenharia social.
E como você pode perceber tudo isso? É fácil, é só prestar atenção nas políticas locais que tratam sobre esses temas: as sacolinhas dos supermercados, o programa Fantástico tratando dos problemas que muita gente traz para o planeta,  a imposição para que a sociedade aceite como normal o casamento entre pessoas de mesmo sexo, a nova moldagem do que seja família, a aceitação da pedofilia, a eutanásia, etc.
A questão primordial é: para onde estamos caminhando? Tudo isso me parece um novo totalitarismo.
Na história recente já conhecemos três formas de totalitarismo: o comunismo, o fascismo e o nazismo.
O problema do totalitarismo é que este se instala no seio da sociedade de forma bem sutil, quase imperceptível. O problema do totalitarismo é que este anestesia o eu, subjuga o corpo, aprisiona a mente, coloniza o espírito e inocula o charme da escravidão consentida. A ideologia totalitária é a droga que mata a capacidade de discernir o que é verdade e o que é mentira; o bem do mal.  
A história humana já teve vários agentes totalitários. Esta é a vez da ONU.


Meu nome é Antonio Ribeiro

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sobre o Mal

Você já parou para pensar sobre o mal?
Normalmente quando se pensa sobre o mal, pensa-se nele como substantivo: o mau. Ou seja, substancial. Se um mal tem substância significa dizer que foi criado. Normalmente este está associado a um ser criado por Deus: Lúcifer, o anjo da luz. O mais belo criado pelo Senhor. A luz da manhã. Mas, se o Senhor Deus é perfeito como pode ter criado o mal? Isso é contraditório, pois na lógica o mal não deveria existir.
Bem, Deus cria seres existentes em substância. Deus não cria entes metafisicamente maus. Então como explicar a transformação de Lúcifer em diabo? Bom, Lúcifer que no mundo angelical é extremamente inteligente é mau moralmente e usou esse saber como tentativa de desarticular o bem. Você vai achar estranho o que vou dizer agora, mas Lúcifer, enquanto ser metafísico criado por Deus é bom, gostaria de não ser, mas é. Esta é a razão do inferno substancial de Lúcifer. Ele odeia Deus, pois este é bom e existir é um bem. Ou seja, Lúcifer existir é um bem, portanto, bom. Logo o mal absoluto não existe, pois existir é um bem. Um ente mau, portanto, é mau moralmente. Logo, Lúcifer é bom, mas o diabo é mau.
E as pessoas? Também são más moralmente. Elas têm o benefício do existir, mas se tornam más moralmente.
Passando um pouco pela história do homem no século XX, temos exemplos muitos. E, talvez o mais influente, por ter tido seus escritos motivado tanta gente ao longo do tempo e chegado até os dias de hoje, tenha sido Karl Marx. Karl Marx, em explicação simples, foi um pensador alemão do século XIX que desenvolveu estudos na área da economia, filosofia, história, sociologia. Estudando sua obra com lupa, era maligno e a serviço do mal.
Li recentemente os escritos do pastor Richard Wumbrand (ERA KARL MARX UM SATANISTA?) e, confesso, é difícil não concordar com muito do que está ali. A questão também é que o pensamento de Marx foi responsável em moldar muitas mentes. Aqui no Brasil, por exemplo, está na base de movimentos socialistas, de trabalhadores e até de partidos políticos que se consideram continuadores dessa ideologia comunista. Também está na educação. E como se deu essa moldagem? Marx dizia que queria destronar Deus e o capitalismo. Os seus seguidores tentam passar a ideia que a luta é contra o capitalismo, mas não é bem assim, pois o que Marx buscava era destronar Deus. Destruir o capitalismo era o meio (e ainda é) de condicionar o pensamento humano de tal forma que não saia da existência física. E qual é o objetivo então? Ora, se para os marxistas a extensão da existência do homem é o próprio homem, não há espaço para Deus. Está aí a razão de muitos marxista/comunistas serem ateus
Concluindo, o homem tem o beneficio da existência da vida. E isso é bom. Mas também têm o malefício do mal moral. E isso é mau. O mal moral criou Nero, Herodes, Genghis Khan, Marx, Lênin, Stalin, Hitler, Mao Tsé Tung, Pol Pot, Idi Amin, Edward Gein, etc. É por isso é que se diz que é uma luta do bem contra o mal. Uma luta interna do homem.

Meu nome é Antonio Ribeiro




segunda-feira, 7 de maio de 2012

A Verdade

Comecei este blog na tentativa de buscar a verdade. Até o nome escolhido condiciona a este pensamento.
Mas, falando verdade, o que é a verdade? Posso dizer que a verdade é a minha. Isto é, o conjunto de valores que creio, sigo e respeito. Isso para mim é verdade. Mas, você que está lendo este texto pode não concordar e, claro, tudo o que eu escrevo aqui para você pode não ser verdade. Mas me responda então: o que é verdade? Vou tentar dar a resposta: a verdade é a minha já que todo ser é matafisicamente verdadeiro. Mas, talvez eu seja louco e negue a objetividade da verdade, mesmo assim eu estarei sendo verdadeiro e, portanto, expressando a verdade.
Claro que, além de me chamar de louco, você pode dizer que a verdade não existe. Mas se a verdade não existe, o que estou escrevendo é mentira. Lembro-me de um ocorrido quando um professor marxista-lenista-comunista estava em sala de aula e dizia que a verdade não existia. Um aluno o questiona dizendo que se a verdade não existia, o que o professor estava falando era mentira. O professor, que revoltado, retruca: isso é mentira. Eu estou falando a verdade. Moral: dizer que a verdade não existe é auto-destrutivo. Dizer que a verdade não existe, e que isso é a única verdade, ela existe na própria frase. Se ao contrário, a verdade existe. Ou seja, se é certo que a verdade existe, isso é certo. Se falso, ela existe.
Outro exemplo, Jesus diz: Eu sou a verdade. Você pode dizer: Jesus não existe. Isso é verdade para você e para Jesus. Ou seja, a verdade existe. Portanto, Jesus existe.
Mais um exemplo: Perguntado para um mulçumano quem era Jesus, ele responde: no sagrado Corão Jesus é um profeta de Allah. Bom, a questão é que Jesus disse que era Deus. Partindo da premissa que para o islamismo Jesus é apenas um profeta, então Jesus é um mentiroso. Bom, se Jesus é um mentiroso, como o sagrado Corão aceita um profeta de Allah que mente?
Mas, você pode dizer: tudo isso é bobagem e a verdade é minha opinião. Por exemplo, em uma aula de história se um professor lhe perguntar quem descobriu o Brasil? Sua resposta: quem descobriu o Brasil foi meu tio. Ele saiu do porto da Sibéria, atravessou o deserto do Saara, subiu no monte Everest e lá em cima declamou: "diga ao povo que fico". Depois atravessou o oceano atlântico e lá do Alasca, disse: "Terra à vista!" e descobriu o Brasil no dia 52 de maio, do ano de 4672. Loucura tudo isso? Não. É sua opinião. É a sua verdade. Neste contexto, sua resposta é verdadeira, pois toda resposta é verdadeira. A questão aqui é: se não há verdade, toda verdade é verdadeira. Ou seja, tudo é verdadeiro e tudo é falso.
São nestas contradições que se encontra o mundo. Se nega a verdade. Por exemplo, peguemos nossos políticos marxistas. Para eles a verdade não existe (começaram em contradição). Seguem a bíblia da insanidade dos ensinos de Karl Marx. Marx mente quando diz que a verdade não existe. A verdade é o que você quiser. Igual ao do meu tio.
Este blog defende a verdade.

Meu nome é Antonio Ribeiro

sábado, 5 de maio de 2012

Como idiotizar um povo (Versão Soft)

Você que está lendo este texto, me responda uma pergunta: você é idiota? Sem ofensas, claro!
Ok, vou mudar a pergunta: você acredita que viva em uma sociedade idiotizada? Eu, sim! Embora não me considere um tonto. E porque digo isso? Ora, é fácil. É só olhar ao redor. Eis alguns exemplos:
  • 1- Muitos vivem em um ambiente permanente de distração. Veja a programação da televisão aberta: novelas que promovem e moldam o comportamento social e que erotizam precocemente as crianças, programas de auditórios com dançarinas seminuas e de conteúdos vazios, muito assunto sobre futebol com especialistas sobre o assunto para os comentários, programas onde pessoas brigam e se desrespeitam ao vivo, programas para promoção de "estrelas", programas de fofocas sobre as vidas de artistas, programas de violência no horário do almoço, etc. A cada três ou quatro meses aparecem umas músicas que têm cunho unicamente comercial. São vazias, não dizem nada. Não têm poesia. Não tocam ao coração. Como viver, por exemplo, uma história de amor e ter aquela música como a música que marcou seu romance?  Algumas delas têm apelo erótico e tiram a feminilidade e a candura das mulheres chamado-as de cachorras e só servem para induzir as pessoas ao sexo. Há, entretanto, alguns programas de televisão que são mais esclarecedores, de cunho educacional, mas a questão é que passam sábado ou domingo de manhã bem cedo. A minha geração passou por isso, a geração do meu filho está passando por isso, a geração de meu neto passará por isso... O importante aqui é oportunidade a poucos.
  • 2- A grande maioria não tem acesso a um sistema de saúde digno. E porque? Vamos pensar: uma consulta com um médico normalmente não é barata para a realidade social do país, então milhões correm para o SUS. Lá, o atendimento médico se dá por agendamento que pode demorar meses e até anos e, se a população se revoltar, o serviço é piorado até um ponto onde as pessoas que necessitavam do atendimento (e remédios, e internações, e cirurgias...) acabam morrendo. A moral é a seguinte: para ter um povo sob controle é preciso controlar o sistema de saúde. Ou seja, decidir quem vive e quem morre.
  • 3- Controlar em cem por cento o sistema educacional. Porque isso é importante? Simples: pessoas esclarecidas desenvolvem pensamento analítico e crítico. Portanto, pedem mais. A educação estimula o pensamento livre, porém o que se dá hoje em sala de aula NÃO É educação. Eu sei disso porque sou professor. O que se repassa aos alunos é o que o Ministério da Educação decide. Este ministério envia sua política educacional aos estados, as Secretarias estaduais de educação enviam os livros didáticos que foram escolhidos (inclusive aqueles que ensinam as pessoas a escreverem de forma errada) para os Núcleos de educação nos municípios e estes repassam às escolas que seguem exatamente aquele conteúdo. O professor se tornou assim um repassador de conteúdo de cunho endoutrinário. Este assunto é muito amplo, complexo e importantíssimo, por isso vou desenvolver uma pasta para tratar em profundidade somente do tema educação.
  • 4-Cobrar altos impostos. O governo nos cobra muito imposto. Tanto para viver quanto para morrer. É uma montanha de dinheiro que é cobrada da população sem explicação clara de para onde vai e como será usado. Mas, uma pergunta: você já quis saber quanto custou cada luva descartável de um hospital público? Que empresa forneceu? Foi o melhor preço? E a comida que é fornecida nas cadeias? Você sabe se seu município está endividado? E em quanto? O município pode se endividar até um limite, se passar desse ponto, quebra. Talvez você viva em uma cidade que esteja tão endividada que não sobra dinheiro para mais nada. Então, uma pergunta: você conversa com o prefeito sobre isso. Esse papel, na verdade, cabe aos vereadores. Você já procurou (se ele se esconder, busque-o até encontrá-lo) o vereador a quem você confiou o seu voto? Lembre-se, você é o dono do dinheiro. O prefeito, o governador, o presidente só o estão administrando temporariamente para você. Em quatro anos (ou em oito) eles saem, mas e a dívida? É para quanto tempo? Quem vai pagá-la é você e seus filhos. Bem, você pode me dizer: mas eu não fiz nenhuma dívida. Fez, sim! No dia em que você votou em vereador, prefeito, deputado, governador, senador e presidente você conferiu carta branca para essa gente decidir seu futuro.
  • 5- É importante garantir a impunidade. Em um país de idiotas a justiça não é cega. Bandido calouro é colocado na mesma cela com bandidos diplomados na escola do crime, onde sua personalidade será transformada pela violência física e psicológica que sofrerá dentro do presídio e, uma vez de volta à sociedade, tentará se vingar da mesma. Isso vai gerar mais despesa com segurança pública e a população aceitará pacificamente e nem se questionará quanto custou cada viatura para as polícias (lembra da questão da dívida do item acima?). Além disso, é imprescindível deixar que a imprensa divulgue notícias de corrupção política para chegar a um ponto tal que a população já nem ligue mais.
  • 6- Em uma sociedade de idiotas, é preciso que haja um forte sistema de burocratização em todos os setores. Os serviços prestados ao público precisam ser lentos e de difícil acesso. O cidadão precisa ser mal atendido e se se revoltar será estampado em lugar bem visível uma ameaça contra ele com a utilização do artigo 331, do Código Penal: "Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela: Pena - Detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa." Veja só, o mercado agradece ao cliente: "Muito obrigado por sua visita. Volte sempre". O governo, por ser incompetente, ameaça o seu mais valioso cliente: o cidadão.
  • 7- Promover o desemprego. Embora isso possa parecer um pouco contraditório, pois todos os candidatos a um cargo no poder executivo (prefeito, governador, presidente) falem em buscar formas de atenuar o desemprego por meio de incentivos fiscais para atrair empresas nacionais e multinacionais e tendo gente trabalhando os governos arrecadam mais, uma população desempregada e passando fome é um projeto de engenharia social: é preciso criar e manter uma orda de miseráveis (que depois se tornam pobres e logo depois, classe C) dependentes dos projetos ou das "bondades" governamentais como o auxílio Bolsa Família. É aquela coisa: se dá o peixe, não a técnica de como se pesca.
  • 8- Não investir em tecnologia. Isso é coisa para estrangeiros. Deixe que eles invistam e desenvolvam altas tecnologias em ipod, iphone, tablet, engenharia de petróleo, softwares de aviação, nanotecnologia, etc, etc, etc. Para o Brasil, resta apenas produzir produtos primários, uma grande fazenda onde poucos controlem a produção e distribuição de bens de consumo. Mas principalmente é preciso controlar o pensamento do povo.
Bem, se você que acaba de ler tudo isso que foi escrito e está, como eu, se sentindo um homoidiotous, lhe aconselharia urgentemente buscar dar um upgrade em sua vida. Como? Busque outras fontes de conhecimento. Livros, por exemplo. Leia. Mas leia muito. Não faça como um ex-presidente da República que dizia que não lia porque lhe dava dor de cabeça. Comece por exemplo com os clássicos brasileiros: Machado de Assis, Guimarães Rosa, Jorge Amado, Cecília Meireles, etc, etc, etc. Também leia livros de introdução à Filosofia. Depois algo sobre Economia, Geografia, Sociologia, História (e não esqueça, um segundo sequer, da língua portuguesa).  Leia também Leviatã (Thomas Hobbes) e O Contrato Social (Jean Jacques Rousseau). Mas, sobretudo leia, entenda, aprenda e saiba interpretar a Constituição Federal, a Lei Orgânica do seu município (é bom saber também a Constituição do estado em que você mora) As informações contidas ali lhe serão de grande utilidade para abrir seus olhos para a vida. Uma vez de posse dessas informações, repasse-as para seus familiares, amigos, colegas de escola e de trabalho, para seu vizinho e até mesmo para um estranho. Tudo isso ajudará a matar o homoidiotous que vive em nós.

Meu nome é Antonio Ribeiro